Idas e vindas

Hoje ouvi de uma amiga que a pior coisa é quando a gente gosta de alguém e o alguém não tem certeza se quer ficar com a gente. Comecei parabenizando mentalmente o alguém pela sua sinceridade em expor seus sentimentos, ou a falta de sentimentos, ou a confusão de sentimentos. Disse (sem pensar 1 segundo) que quando a gente gosta de verdade, por mais conturbado que seja o contexto da história, não há dúvida. Se uma das partes tem dúvida, não é pra ser. Pelo menos naquele momento da vida não é pra ser.

Não, não é solidão

Nos últimos dias eu tenho sido questionada sobre os motivos de estar solteira. Tudo começou porque um colega de trabalho trocou de namorada rapidamente e eu continuo vivendo “sozinha”. O que as pessoas não entendem, embora eu já tenha tentado explicar algumas vezes, é que estar solteira não é sinônimo de solidão, de coração partido e sofrimento diário. Estar solteira não quer dizer que eu chore todas as noites, abraçada a um urso de pelúcia ridículo, enquanto como uma panela de brigadeiro.

Ao mesmo tempo tão estranhos

O tempo passou e a gente nunca mais se viu. Trocamos duas ou três mensagens e apenas uma ligação desde o término. Nessa ligação eu dei o adeus final. Não dava mais para manter algo que não iria para frente. Na boa, a gente sabe quando não vai dar em nada, apenas em novas frustrações e decepções. Mas mesmo assim, por vezes alimentamos algo sem saber o porquê. Talvez apenas por costume. Sim, a gente se acostuma a ter uma pessoa do lado, compartilhando coisas boas e ruins.

Vida amorosa em 7 parágrafos

Você claramente percebe que não é boa com relacionamentos amorosos quando tenta, por cinco dias consecutivos, escrever sobre isso e não consegue terminar um parágrafo. O fato de não ser boa com relacionamentos é muito relativo, se eu for considerar o fato de que nunca estive em um de verdade, ou nem de mentira, dependendo do ponto de vista. Então resolvi contar meu histórico afetivo, que não é o mais interessante do mundo, mas se você quiser ler por curiosidade… Ta aí!