Só sei que nada sei

Sem TPM (ultimamente ando com uma ideia fixa de que tudo é TPM), sem revolta com a vida, sem levar uma rasteira e sem sofrer decepção; quero falar sobre mudança, dúvida, crescimento e comodismo, mais uma vez. Tenho pensado e falado sobre isso tudo com frequência, sim, é verdade. Tô chata? Concordo. Ando numa fase de “cada hora quero uma coisa”. Um dia eu quero fazer intercâmbio na China, outro quero abrir uma loja de roupa hippie, no outro quero trabalhar em uma editora, outro quero ganhar na mega pra não ter que pensar em nada (meu pai inclusive me obrigou a fazer um jogo hoje), e tem dia que eu quero, simplesmente, que tudo fique como está. Será que isso é coisa da idade? Eu mesma já respondo minha pergunta idiota. Claro que é!

Ao mesmo tempo tão estranhos

O tempo passou e a gente nunca mais se viu. Trocamos duas ou três mensagens e apenas uma ligação desde o término. Nessa ligação eu dei o adeus final. Não dava mais para manter algo que não iria para frente. Na boa, a gente sabe quando não vai dar em nada, apenas em novas frustrações e decepções. Mas mesmo assim, por vezes alimentamos algo sem saber o porquê. Talvez apenas por costume. Sim, a gente se acostuma a ter uma pessoa do lado, compartilhando coisas boas e ruins.

Qual botão pula para o sábado mesmo? \o/

Sim, você está enganada(o) querida(o). Não, não é um post sobre como odeio segunda-feira. Mas sim, é um post sobre o quanto quero que a semana voe. E não, não é só porque estou de TPM e terei que encarar uma semana cheia de demandas no trabalho (até poderia ser por isso, pensando bem, mas não). Esse parágrafo foi pra vocês se situarem, no próximo (que inclusive escrevi antes desse), vou começar oficialmente.

Essa mania de viver no futuro

Dia desses eu e uma amiga começamos a falar sobre o carnaval. Cheguei a pesquisar alguns pacotes em cidades que bombam nesta época do ano, inclusive. Tudo bem que carnaval leva um bom dinheiro e é preciso se programar com antecedência. Mas, pegando o gancho nisso, comecei a pensar quantas vezes vivemos pensando somente no futuro, no que queremos ter e ser, naquilo que sonhamos. E esquecemos de aproveitar o hoje.

Prêmio estranho de Cabeção

Um dia desses recebi um e-mail falando sobre o prêmio “10 jovens mais inovadores do país”, que eu nunca tinha ouvido falar até então. Ignorante? Talvez. Li até o final, porque ultimamente ando interessada nesses lances de projeto, criar algo novo, enfim… Os únicos requisitos eram: “Ter menos de 35 anos; Ser brasileiro(a); Criador de uma tecnologia inovadora que suponha uma melhora ou gere um impacto real frente às principais necessidades e carências da população brasileira.” GENTE, até o segundo item eu já estava me sentindo vencedora! De repente… (vinheta da frustração/decepção/sei lá o que: fuel fuel fuel fuel). Sério, que espécie de tecnologia a pessoa pode criar para gerar algum impacto diante das necessidades e carências da população brasileira? Uma máquina de quê? De bom senso? Porque as pessoas estão bem carentes disso. Fiquei mesmo tentando pensar em uma possibilidade, mas não faço a linha inovadora.